Novo Mercedes GLS apresentado em Nova Iorque

quarta-feira, 05 de junho de 2019 Turbo Filipe Bragança Turbo

O Mercedes GLS é maior e mais luxuoso SUV da marca alemã.

Apresentado durante o Salão de Nova Iorque, que decorreu nesta cidade norte-americana, o novo Mercedes GLS apresenta-se como o pináculo do luxo da marca. À primeira vista saltam as dimensões deste SUV que conta com mais 77 mm de comprimento e 22 mm de largura em relação ao seu antecessor. No total são 5.207 mm de comprimento e 1.956 mm de largura, que lançam o mote das alterações estéticas.

Para além desta mudança, o GLS traz uma nova grelha mais octogonal e um pára-choques que viu as entradas de ar laterais crescerem. Os faróis LED dianteiro apresentam-se mais horizontais, tendo sido esta a aposta em detrimento das ópticas mais rasgadas do modelo anterior. Na parte traseira a filosofia manteve-se, com uns faróis mais comedidos e um spoiler mais arredondado. Na lateral a embaladeira cresceu, dando assim um ‘look’ mais todo-o-terreno.

Como não podia deixar de ser, este SUV recebeu todos os sistemas de assistência ao condutor, disponíveis no arsenal tecnológico da Mercedes. Neste caso o destaque recaí sobre o sistema ‘Car-Wash’ – um programa único que com o pressionar e um botão preparam o automóvel para entrar numa lavagem automática.

O Classe S dos SUV oferece um interior luxuoso. O sistema de ‘infotainment’ MBUX, emparelhado aos dois ecrãs tactéis de 11.6 polegadas, controla todo o ambiente dentro do habitáculo, da iluminação ambiente à música. Para além deste, os bancos eléctricos de séri, oferecem uma enorme versatilidade de modos, onde se destaca o ‘Easy-Entry’, que auxilia a passagem para a terceira fila de assentos. Nota ainda para os ‘tablets’ inseridos nos encostos dos bancos, que permitem aos passageiros de trás controlar o sistema de entretenimento deste automóvel.

 

Para já o Mercedes GLS estreia um novo bloco V8  mild-hybrid (48 V) a gasolina – GLS 580 4MATIC. Este motor produz uma potência de 489 cv (360 KW) e um binário de 700 Nm. Pode ainda pode haver um acréscimo de 250 Nm e 22 cv (16 kW), durante curtos períodos de tempo, graças ao ‘EQ Boost’. Esta motorização consome entre 10.0 e 9.8 l/100 km, fixando-se as emissões entre as 229-224 g C02/km.

Vai estar ainda disponível um bloco de seis cilindros em linha (GLS 450 4MATIC) com tecnologia de 48 volts, que debita com 367 cv (270 kW) e 500 Nm de binário. Em modo ‘EQ Boost’ este grupo propulsor oferece um acréscimo de 250 Nm de binário e 22 cv (16 kW) de potência.

 

Em relação a Diesel, as duas versões do GLS são equipadas com o motor OM 656 de seis cilindros em linha, disponível actualmente na gama da Mercedes. A primeira versão (GL 300 d 4MATIC) oferece 286 cv (210 kW) e 600 Nm de binário, com um consumo de combustível em ciclo combinado de 7.9-7.6 l/100 km e emissões de CO2 na casa dos 208-200 g/km).

A segunda versão Diesel (GLS 400 d 4MATIC) oferece 330 cv (243 kW) e um binário máximo de 700 Nm. Nesta versão, as emissões situam-se nas 208-201 g C02/km e os consumos nos 7.9-7.6 l/100 km. Escusado será dizer que todos estes motores cumprem as normas Euro 6d (Fase 2), que vigorará a partir de 1 de Janeiro de 2020.

Em breve deverão surgir os preços, aquando da sua apresentação dinâmica do SUV mais luxuoso da Mercedes.

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