Teste final do Land Rover Defender no Quénia

quinta-feira, 25 de julho de 2019 Turbo Filipe Bragança Turbo

O novo Defender esteve ao serviço da organização de conservação da Natureza, ‘Tusk Trust’, numa colaboração que já dura há 15 anos.

O nome Defender carrega um legado ímpar no mundo dos 4×4. O desempenho que este modelo demonstrou ano após ano, significa que a nova geração do Defender tem de estar à altura dos seus predecessores. Como tal, os responsáveis pelo desenvolvimento deste SUV empreenderam numa jornada de testes intensivos, que já conta com mais de 1,2 milhões de quilómetros percorridos.

Durante o tempo que esteve ao serviço da equipa da ‘Tusk’, o protótipo do Land Rover Defender, com uma camuflagem original, cobriu uma área de operação superior a 14.000 hectares, na Reserva Natural de Bornana, no Kenya. Desde seguir trilhos de leão pelo meio da savana, a atravessar rios, todos os desafios impostos parecem ter sido superados pelo todo.o.terreno.

A tarefa de conservação do leão é um trabalho árduo, marcada por um constante improviso, Dados da organização apontam que existam apenas 20.000 destes animais em estado selvagem, um declino acentuado, tendo em conta que no século passado o esse número rondava os 200.000.

Nick Collins, director de Linha de Produção da Jaguar Land Rover, explicou: “Neste momento estamos na fase final do desenvolvimento do novo Defender. O trabalho desenvolvido em conjunto com a ‘Tusk’, no Quénia, ofereceu-nos dados valiosos para uma melhor avaliação das prestações deste carro, em ambiente de todo-o-terreno. Este trabalho foi perfeito para testar o SUV em condições extremas”.

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