Dacia já tem elétrico. Urban City Car chega em 2021 ou 2022

segunda-feira, 09 de março de 2020 Turbo Redação Turbo

Marca assumidamente low-cost, a Dacia não pretende, contudo, ficar para trás na transformação elétrica por que passa o Automóvel. Motivo pelo qual acaba de ver confirmado o lançamento daquele que será o seu primeiro veículo 100% elétrico, já para 2021 ou 2022.

Dacia Urban City Car. Eis o nome do primeiro automóvel 100% elétrico da Dacia, cuja passagem à produção foi inicialmente anunciada, pelo próprio Grupo Renault, aquando da apresentação da estratégia delineada para as marcas do grupo, Dacia incluída, para os anos vindouros.

Então “apresentado” sob um manto, o primeiro elétrico da Dacia tem agora já data de lançamento definida, assim como a garantia de que surgirá em linha com aquela que é a filosofia da marca romena – elétrico, sim, mas também com um preço capaz de o tornar acessível à grande maioria do mercado.

Entretanto e embora, para já, pouco mais se saiba, de forma oficial, sobre este futuro Dacia zero emissões, o site Carscoops avança que, em termos técnicos, o Urban City Car, tanto poderá recorrer à mesma tecnologia elétrica do Renault ZOE, como a uma variante mais evoluída e melhorada do sistema utilizado no Renault City K-ZE, que a marca francesa comercializa exclusivamente na China.

A Renault chegou, de resto, a anunciar, que uma versão melhorada deste modelo chinês, poderia chegar à Europa. Sendo que e face àquela que é a estratégia do grupo, não seria descabido de todo, que tal acontecesse sob o logótipo da Dacia.

Mas se, no caso do ZOE, a tecnologia elétrica permite anunciar já uma autonomia de 395 quilómetros, mais do que suficiente para uma proposta de características assumidamente citadinas, já o K-ZE, opta por uma motorização bem mais modesta, de apenas 44 cv e 119 Nm de binário. Não conseguindo, na autonomia, anunciar mais do que 250 km… e, isto, segundo o menos realista ciclo NEDC!

Aliás, é também esta componente que acaba permitindo, à Renault, vender este pequeno citadino elétrico, na China, por valores a rondar os 8.000 euros.

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